terça-feira, 22 de outubro de 2013

Métodos Geométricos Auxiliares





A finalidade da realização desde trabalho (que pode descarregar aqui ) consiste na melhor compreensão da aplicação dos processos geométricos auxiliares através da visualização do procedimento dos mesmos, num espaço tridimensional. 


Para uma melhor compreensão visual é necessário recordar a necessidade da aplicação destes processos geométricos: 






Os métodos auxiliares têm como objetivo determinar a real dimensão de elementos geométricos, ou seja, determinar a verdadeira grandeza de segmentos de reta, faces e bases de sólidos e até a real localização no espaço de pontos (ex: pontos contidos em retas de perfil)





Sendo a verdadeira grandeza a dimensão real de um elemento geométrico no espaço, esta só poderá ser obtida quando o elemento geométrico estiver paralelo a um dos dois planos de projeção (P.F.P ou P.H.P). Sendo assim, os métodos auxiliares consistem na transformação da posição espacial do elemento, ou na reconstrução do sistema em torno do objeto,

Ronaldo Fanfa e Arnaldo Soares, 10H (2012-2013)

terça-feira, 14 de maio de 2013

Pirâmide seccionada


Este trabalho foi realizado com intuito de uma junção da inspiração do Antigo Egipto e dos conteúdos que estou estudando neste momento – Secções, associando-os a uma situação concreta: a utilização do método auxiliar do rebatimento e do método da tripla projecção ortogonal.




Recorreu-se a uma apresentação em «powerpoint» de um exercício bidimensional e de uma maqueta tridimensional feita em arame.  

Ver a apresentação aqui.

Patrícia Lourador (11ºG)

Ligações interessantes




Com o intuito de arranjar novas formas de estudo e de conhecer mais sobre a geometria descritiva, compilei um conjunto de links que considero interessantes quer para o nosso estudo, quer para aprofundar conhecimentos. 




Neles encontram-se desde exercícios, listas de futuros cursos que podemos tirar com o exame de geometria como prova de ingresso até nomenclatura de sólidos.
- resumos de cada tópico seguidos de exercícios
-testes online (escolha múltipla sobre teoria)
-resolução dos exames nacionais de GD  ( 2005-2012)
-cursos superiores com provas de ingresso de GD (lista dos cursos que necessitam do exame de gd/ cursos aos quais nos podemos inscrever com os mesmos.)
-exercícios (exercícios separados entre 10/11 e 11/12 que podem ser resolvidos e enviados por email para correção)
-programas
-especificações sobre o exame nacional (neste momento 2013) e calendários do mesmo
-teoria sobre figuras planas
-para o 10º ano: conceitos, tópicos para estudo, exercícios resolvidos e para resolver
-exames nacionais e teste para o 10 ano
-exercícios sobre todos os tópicos do 10 ano
-exercícios e a respetiva resolução
-exercícios de exames nacionais organizados por temáticas
-nomenclatura  para sólidos

Inês Viveiros (10ºA)

Interseção entre planos


Escolhemos como tema as Interseções, dado que foi o último tema abordado na aula e é um tema que iremos abordar em próximos conteúdos da disciplina de Geometria  Descritiva. 

Dentro do tema interseções escolhemos a interseção entre planos. Elaboramos uma maquete com um exemplo da utilização de um plano auxiliar, onde utilizamos um plano auxiliar de topo, encontramos a reta de interseção entre o plano de topo e os outros dois planos ( retas a e b ) e achamos a interseção entre as duas retas ( ponto I). Como já é conhecida a direção da reta de interseção, foi nos permitido desenhá-la apenas a partir de um ponto.






Por fim Utilizamos o Google Sketchup para proporcionar uma perspetiva tridimensional, onde damos exemplos de todas as interseções possíveis entre planos:

1ª Abordagem - Se os planos estiverem definidos pelos seus traços, então os traços da reta de interseção vão situar-se na interseção dos traços homónimos do plano.
2ª Abordagem - Se algum dos planos for projetante, então a reta de interseção projeta-se no seu traço absorvente.
3ª Abordagem - Se já é conhecida uma projeção da reta de interseção, então podemos verificar se ela é paralela ou concorrente com todas as retas dos dois planos.
4ª Abordagem - Utilização de um plano auxiliar para a obtenção de um ponto da reta de interseção.



Podem descarregar o documento aqui.


Maria Teixeira e Ronaldo Fanfa (10ºH)

Sólidos Platónicos


Desenvolvemos um trabalho sobre os sólidos platónicos, nomeadamente o tetraedro, o hexaedro (cubo), o octaedro, o dodecaedro e o icosaedro.


Começamos por explicar o que são sólidos platónicos e de seguida mostramos modelos e planificações destes. 







De seguida apresentamos o sólido que trabalhamos com mais profundidade, o octaedro.


 Mostramos dois modelos em palitos que usamos para percebermos melhor a sua configuração. 

Depois representamos, no quadro, um octaedro em dupla projeção ortogonal em que uma das faces está em verdadeira grandeza.





Francisco Vieira e João Mota (10ºI)

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Construção de um quadrado contido num plano de rampa




Escolhi este tema de trabalho para pôr em prática a aprendizagem que estou a ter neste momento: Métodos Auxiliares – Rebatimento de polígonos, solidificando, assim, os meus conhecimentos. Quis também associar a minha aprendizagem a situações concretas, comparando as perspetivas cónica e axonométrica, com as projeções ortogonais convencionais: frontal, horizontal, e lateral (permitida pela utilização das ferramentas do programa «sketchup»), concretizando a passagem da tridimensionalidade para a bidimensionalidade e vice-versa, nesta maqueta ilustrativa do processo de rebatimento de um plano de rampa.  

Patrícia Lourador (11ºG) 

Para descarregar o ficheiro clique aqui

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Modelos tridimensionais no ensino da GD


Muito por causa da data de publicação, esta entrada no blog surge em jeito de encerramento deste ano letivo, mas também serve para dar as boas vindas ao próximo.

A Geometria Descritiva estuda a representação de objetos tridimensionais num plano bidimensional. Estes objetos podem ser mais abstratos, quando nos referimos a pontos, retas e planos ou mais concretos quando estamos perante sólidos e figuras planas, nunca esquecendo que estes últimos resultam da relação entre os primeiros.

Ora, tal como um condutor de um automóvel pode seguir uma determinada orientação através de um sistema de coordenadas GPS, a transposição de objetos da “realidade” tridimensional para a representação rigorosa na folha de papel, segue um método de referências desenvolvido pelo Sr. Gaspard Monge, o fundador da Geometria Descritiva. Este conjunto de referências é composto pelas coordenadas abcissa, afastamento e cota, que são medidas em relação a um referencial constituído por dois ou três planos que funcionam também como planos de projeção.

Assim sendo, uma das maiores dificuldades, e consequente desafio, no ensino e na aprendizagem da Geometria Descritiva está, precisamente, na forma como se faz a ligação entre o espaço tridimensional e a representação bidimensional. Mais ainda, atendendo a que a Geometria Descritiva não deve ser uma mera sequência de processos e traçados rigorosos bidimensionais e tendo em conta que uma das principais aplicações práticas da GD é o desenvolvimento do raciocínio tridimensional e da perceção espacial, tão importante para a elaboração de projetos, assim como, para o manuseamento de programas informáticos 3D.

Torna-se então fundamental para o aluno a compreensão do espaço tridimensional, das referências e da maneira como atuam e se relacionam todos os elementos antes de avançarem para a resolução de exercícios de Geometria Descritiva.

Nesse sentido, os modelos tridimensionais, virtuais ou reais, simulando tantas situações quanto possíveis dos problemas de GD, apresentam-se como uma ferramenta bastante poderosa para o trabalho da sala de aula, permitindo uma melhor compreensão e interação com o espaço e com o referencial do método de Monge ou outros. Embora haja vários programas de computador para elaboração de modelos virtuais, alguns até bastante simples, estes implicam uma compreensão prévia do funcionamento programa e exigem uma preparação por vezes demorada. Já a construção de modelos tridimensionais reais pode ser feita facilmente, recorrendo a variadíssimos materiais do dia-a-dia e permitem o manuseamento e alteração imediata dos elementos, exponenciando a tal compreensão e interação com o espaço. Estes modelos podem ser feitos tanto por professores como por alunos ao longo do programa curricular da disciplina.

No decorrer do presente ano letivo os alunos das turmas a que lecionei Geometria – 10ºJ, 11ºI e 11ºJ – visionaram e manipularam vários modelos tridimensionais reais e virtuais, tanto referentes ao método de Monge como às Axonometrias.

Estes modelos irão estar disponíveis na sala 15s e poderão ser utilizados por alunos e professores no próximo ano letivo, se assim o entenderem, ou poderão servir como exemplo para serem melhorados com a construção de outros.

Abraço
Prof. Maurício Mendes