terça-feira, 22 de abril de 2014

Secções

As alunas Cátia Pacheco e Rita Medeiros do 11ºH, apresentaram à turma uma maqueta representativa de uma situação estudada em aula: a produção de uma secção feita por um plano projetante num cone.





No entanto, também houve espaço para surpresas...















Sombras




























Com vista à melhoria da nota da disciplina de Geometria Descritiva do 2.º Período, foi dada a possibilidade, por parte do docente da disciplina, de fazer um exercício prático.


Atendendo que o próximo item programático refere-se a SOMBRAS de sólidos, para uma maior compreensão desta matéria, decidiu-se elaborar uma maqueta elucidativa de duas situações luminosas distintas, uma com um foco de luz (a) definido e outra considerando a Direção Convencional da Luz (b).




Para o efeito, foram utilizados sobretudo cartão maquete – K-line e vidro.

As projeções frontais e horizontais foram impressas e coladas sobre o K-line, para um melhor entendimento do exercício em dupla projeção ortogonal.


O foco de luz utilizado foi proveniente de um telemóvel.


 A acompanhar a maqueta, foi elaborada uma apresentação em «powerpoint», que pode ser descarregada aqui.

Neuza Duarte e Sofia Sousa, 11ºG



Secções



Este trabalho foi-nos proposto na aula de Geometria Descritiva do 11º ano com o intuito de aprofundar e avaliar os conhecimentos adquiridos ao longo do 2º período.
O tema do trabalho são secções produzidas por diversos planos e em diversas bases, aprofundando o assunto com a demonstração de um prima triangular seccionado por um plano de rampa. Para ajudar a visualizar o exercício, existe uma maqueta com o respetivo prisma e secção produzida.



São referidos os diversos tipos de secções possíveis mas apenas irá ser aprofundada a referida anteriormente.

Com este trabalho é pretendido que os alunos visualizem melhor o exercício e tirem qualquer duvida existente.



A apresentação pode ser descarregada aqui.


Carolina Medeiros, 11ºG

Sombras em axonometria



Este trabalho, que pode ser descarregado aqui, foi elaborado com o intuito de aprofundar o estudo das sombras e dar a conhecer previamente o estudo das axonometrias, fazendo assim a junção dos dois temas, a qual não está inserida no âmbito do programa do 11º ano de GD.
Segue-se uma pequena introdução de cada tema, nomeadamente, axonometrias e sombras.



Axonometrias

As axonometrias são ferramentas fundamentais para a execução de todas as profissões de carácter técnico (Engenharia mecânica, Arquitetura, Construção Civil, Design Técnico, entre outros).
A dupla Projeção ortogonal não nos permite uma visão clara e imediata do objeto representado e é precisamente este o aspeto que distingue as representações em dupla projeção ortogonal das perspetivas, pois as perspetivas têm vantagem de proporcionar de forma direta e imediata uma ideia clara do objeto representado.
As perspetivas axonométricas mesmo sendo diferentes da nossa perspetiva real, mantêm a característica da facilidade de apreensão do objeto representado.
No estudo da axonometria falaremos sempre de triedros, pelo que o espaço será dividido em oito triedros. Estes triedros serão definidos por três planos, o plano horizontal, o plano frontal e o plano de perfil.




Sombras
‘’As sombras são o resultado de um fenómeno físico que nos acompanha no dia-a-dia, inerente do fator luminosidade.’’*
Numa situação Luz/Sombra há a considerar:
·        Uma fonte luminosa;
·        Um feixe de raios luminosos;
·        Um objeto;
·        Uma superfície onde se projeta a sombra do objeto.
Considera-se fonte luminosa todo o corpo que emite luz própria.
Existem dois tipos de fontes luminosas:
·        Foco luminoso (os raios luminosos são concorrentes num ponto);
·        Direção luminosa (os raios luminosos são paralelos entre si).


João Martins e Miguel Alves, 11º E



*Informação retirada do manual de GD 11º ano (Vol II)

sexta-feira, 18 de abril de 2014

«Sites» úteis

Selecionei alguns «links» que achei interessantes e úteis para o nosso estudo, com resumos e exercícios.




     
     Construção de figuras planas

     
     Power points com resumos
     Exercícios com resolução passo-a-passo

    
     Exemplos de testes com as respetivas correções.


     Resumos teóricos.
     

     Helena Raposo, 10ºG



terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Processos Geométricos Auxiliares II





Este trabalho tem como intuito o prosseguimento de outro trabalho, previamente apresentado, que por sua vez têm como tema os Processos Geométricos Auxiliares. 


Sendo o objetivo destes processos a determinação da verdadeira grandeza do elemento geométrico contido no espaço, iremos ter como modelo segmentos de reta de perfil, bases de sólidos contidos em planos não projetantes, entre outros. 




Sendo assim, apresentamos os três métodos: rotação, mudança de diedro e rebatimento.




As rotações vão consistir na aplicação de um eixo (topo ou vertical) onde vamos estabelecer uma ligação de perpendicularidade entre o mesmo e o elemento geométrico, rodando-o por duas vezes, transformando a sua posição espacial, afim de tornar-se paralela a um dos planos de projeção. Enquanto que neste processo tornamos fixa a posição dos planos de projeção e alteramos a posição espacial do elemento, no processo seguinte - mudanças de diedro - acontece precisamente o contrário: 




Mantemos fixa a posição do objeto e transformamos os planos de projeção em torno do mesmo. 


O 3º processo - rebatimento - acaba por ser uma rotação mas, de um plano em torno de outro. Utilizamos a charneira (um dos traços do plano, como exemplo mais comum), como geradora do movimento, movimento este que consiste levar todos os elementos contidos no plano para um dos planos de projeção.

Ronaldo Fanfa, Arnaldo Soares e Tiago Correia (11ºH)

Ortogonalidades




Tendo sido a ortogonalidade um dos capítulos que gerou mais confusão por parte da turma, decidimos elaborar um trabalho sobre este tema no Google Sketchup, que pode ser descarregado aqui.






O objetivo deste trabalho é proporcionar uma perspetiva 3D (interativa) das ortogonalidades, onde damos exemplos de todos os casos possíveis.






Começamos por demonstrar a distinção entre perpendicularidade e ortogonalidade com o auxílio de um cubo (tal como apresentado pelo professor na aula).


Logo de seguida, mostramos todos os casos possíveis e as suas respetivas metodologias:

- Ortogonalidade entre retas (casos particulares);

- Ortogonalidade entre retas e planos;

- Ortogonalidade entre retas (casos gerais);

- Ortogonalidade entre planos.




Podem também descarregar aqui um texto ilustrado, com a descrição de todos os passos que realizamos para resolver os exercícios.


Maria Teixeira e Ana Rita Janeiro, 11ºH