quarta-feira, 15 de abril de 2015

Secções

O meu trabalho consiste em encontrar a secção e a sua verdadeira grandeza, provocada por um plano oblíquo  num cubo. 





Escolhi este exercício porque era difícil visualizar como o cubo se encontrava no espaço através do desenho. 



Após resolver o exercício com a ajuda das maquetas, conseguimos perceber onde os pontos, os planos e a figura se encontram no espaço.



O enunciado dá as seguintes instruções:

Determine as projeções e a verdadeira grandeza da figura da secção produzida pelo plano obliquo α num cubo situado no 1.º diedro, sabendo que:
- a face [ABCD] do sólido está contida no plano frontal de projeção;
- os pontos A (0;0;7) e B (-6;0;7) são extremos da aresta de maior cota dessa face;
- o plano α contém o vértice A e os seus traços horizontal e frontal fazem, respectivamente, ângulos de 40º (a.d.) e 60º (a.d.) com o eixo x.

Resolução:
Após inserir os dados, passa-se um plano de nivel nos pontos A e B, e com a sua medida de segmento (6cm) faz-se outro plano de nivel, para que o quadrado seja de 6 cm.
Sabendo que o quadrado está contido no plano frontal de projeção e mede 6 cm, passamos um plano de frente com 6 de afastamento, e depois traçamos as linhas de chamada para os seus repetivos lugares, tendo em conta a sua localização no espaço.
Com o plano obliquo traçado, aproveitamos os planos de nível para passar retas de intersecção de nível e para encontrar os pontos nas respetivas arestas na projeção horizontal.
O mesmo processo é feito ao aproveitar o plano de frente, definindo a reta de intersecção de frente para encontrar o ultimo ponto.
Após encontrar todos os pontos, escolhe-se uma charneira. Neste caso escolhi o hα como charneira e rebati os pontos F e A (porque funciona como traço) para encontrar o fα rebatido. Rebate-se as retas de nível paralelas a hαr e intersectando pelos seus respetivos pontos (Fr e Ar) e a reta de frente paralela a fαr, intersectando o Hr.

Beatriz Cordeiro, 11ºH

Secções

Apresentação de maquetas sobre o tema, realizadas pelo aluno Júlio Medeiros, 11ºF




Sombra de Polígono



Este trabalho permite-nos visualizar facilmente a sombra do quadrado se incidirmos raios luminosos no mesmo. 

Escolhi realizar este trabalho, uma vez que ainda não o tínhamos feito na sala de aula e achei simples e prático de o apresentar de forma a que se visse bem a sua sombra. 

Aqui está uma prova com é possível realizar um trabalho de forma simples e com tudo reciclável, não é necessário utilizar  materiais de qualidade extrema para ser um bom trabalho. 



Realizei este trabalho numa folha A3 depois colei-o na maqueta, para finalizar o trabalho dobrei uma folha de acetato a meio para definir o plano pi e desenhei as projecções do quadrado. Penso que foi um trabalho interessante e que cativou os meus colegas.

Henrique Moniz, 11ºF 

Sombra de um Sólido Truncado

Através de uma ficha de trabalho dada pelo professor, que consiste em achar as projecções de um sólido resultante de uma secção, tive a ideia de, a partir do sólido resultante da secção, juntar mais um ponto ao exercício que consiste em achar a sombra projectada.

Exercício:
·        Determina as projecções do sólido resultante e a verdadeira grandeza da secção que o plano oblíquo α provoca na pirâmide pentagonal regular situada no primeiro diedro.
 Dados:
·         Os traços do plano secante fazem, ambos, ângulos de 55° (a.d.) e são concorrentes num ponto com 8cm de abcissa;
·        A base da pirâmide está inscrita numa circunferência com 10cm de diâmetro;
·        A aresta lateral do sólido, situada mais à esquerda, é paralela ao plano frontal de projecção;
·        O eixo do sólido está definido pelos pontos O (0;6;6) e V (0;6;0), respectivamente, centro da base e vértice da pirâmide;
·        A secção está visível nas duas projecções.



Dado que foi acrescentado:
·        Determine também a sombra projectada do solido resultante da secção com a utilização de um foco luminoso de coordenadas (11;8;13).




Depois de determinada a secção passamos o raio luminoso do foco pelo vértice, e achamos a intersecção do raio luminoso com o plano da base: o ponto  Ί. Com este ponto achamos as tangentes do solido, através dos pontos extremos H1 e G1. De seguida achamos a sombra de todos os pontos do solido truncado sendo que eles se projectam no plano frontal de projecção à excepção do vértice e do ponto I pois a sombra projecta-se no plano horizontal.
Visto que nem todos os pontos se projectam no mesmo plano de projecção, é necessário achar os pontos de quebra existentes e que para tal é necessário achar a sombra virtual de V. De seguida unimos Vv2 ao extremos Gs2 e Hs2 e quando as retas intersectarem o eixo de ( X ) temos o ponto de quebra. Assim só falta unir todos os pontos, e preencher a nossa sombra.



Daniela Cabral, 11º F

Secção num Icosaedro



Após uma proposta feita em aula pelo professor, decidi fazer um trabalho sobre um sólido platónico – escolhi o icosaedro – e uma vez que tínhamos acabado de estudar Secções, decidi fazer uma no mesmo.
Relativamente ao sólido, o icosaedro possui 20 lados, 30 arestas, 12 vértices e tal como os restantes sólidos platónicos, simboliza um elemento - neste caso, a água

Poderá descarregar a apresentação aqui.

Inês Peixoto, 11ºG

Sólidos Platónicos e Arquimedianos


Na aula apresentei uma pesquisa sobre sólidos Platónicos e sólidos Arquimedianos. Em primeiro lugar, diferenciei estas duas famílias de sólidos geométricos e, depois, mostrei os treze sólidos de Arquimedes, explicando como se obtêm. Destes podemos destacar o Icosaedro Truncado, uma vez que se assemelha a uma bola de futebol.

Para descarregar o documento, clique aqui

Inês Rodrigues 10ºF

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Ligações úteis


Estes sites no geral são bons, para nos ajudar a compreender melhor as nossas dúvidas e para nos ajudar no nosso estudo corrente. É como uma «cábula» para o nosso dia-a-dia e brevemente uma ajuda para o exame. Sendo assim, decidi partilhar com os meus colegas, para que todos tenhamos mais facilidade e interesse no nosso estudo tanto em casa como nas aulas, e para esperemos ajudar a melhorar as nossas notas ! J

Daniela Cabral, 11ºF

11º ano

10º ano

No «youtube»:

ângulo entre reta e plano:

distâncias:


terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Mudança dos Diedros de Projeção





Realizamos este trabalho com o objetivo de uma melhor visualização espacial do método geométrico auxiliar da mudança de diedros.


























Fizemos três maquetas tridimensionais com a capacidade de planificação (com o objetivo de melhor percebermos como resulta o efeito tridimensional no desenho)... 









... acompanhados de um documento "sketchup" dos três diferentes planos trabalhados na aula (que pode ser descarregado aqui ).







Wu Zhen Ze, Catarina Martins, Helena Raposo, 11ºF

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Secções: determinação de uma hipérbole em axonometria.



Mais uma vez decidi, com sugestão do professor, aplicar o máximo de matéria num só exercício.
Desta vez, acabando o capítulo das axonometrias e o programa de Geometria Descritiva, resolvi fazer um cone de duas folhas truncado por um plano de rampa em perspetiva axonométrica ortogonal.
Do programa de Geometria Descritiva, já não consta o processo de achar as geratrizes de contorno aparente de um cone em axonometrias ortogonais. No entanto é um processo simples.

Enunciado do exercício:
Construa uma representação axonométrica ortogonal de um cone de duas folhas, de acordo com os dados abaixo apresentados.
Ponha em destaque, no desenho final, apenas as linhas do sólido truncado, resultante da secção provocada pelo plano secante.

Dados
Sistema axonométrico
-trimetria:
-os eixos axonométricos x e y fazem entre si um angulo de 110º e y faz com z um angulo de 140º
(considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente de baixo para cima, e o eixo x, orientado positivamente da direita para a esquerda)

Cone de duas folhas:
- o sólido fica situado no primeiro triedro;
- o cone tem bases horizontais;
- o ponto A (6,7,0) é o ponto de uma das bases, com 5cm de raio;
- o cone de duas folhas tem 15 cm de altura
- o cone superior tem 6 cm de altura 
- o plano secante θ é de rampa, hθ tem 10 de afastamento e o seu traço lateral faz, em perspetiva, um ângulo de 5º com o eixo axonométrico z.


Não se assustem com a quantidade de traçado, parece complicado mas é bem mais fácil do que pensam.

Passo a relatar os passos para a construção do cone seccionado:
·        Rebater o plano horizontal para desenhar a circunferência
·       Contrarrebater a base para o plano horizontal, através de oito pontos e de retas de topo e fronto-horizontais;
·        Achar os pontos de tangência das geratrizes do contorno aparente do sólido (traçado verde);
·        Rebater o eixo z para marcar a cota do ponto O’, centro da outra base;
·      Desenhar no rebatimento horizontal esta mesma base e contrarrebater exatamente de modo igual ao que foi feito para a base inferior mas desta vez levando os pontos para o plano de frente θ;
·    Desenhar os traços de θ. Como diz no enunciado que  lθ faz 5º com o eixo z e chegando à conclusão que saia para fora da folha, tive que fazer cálculos. Z, y e lθ fazem um triângulo, logo a soma dos ângulos internos é 180. Então 140º+5º= 145º e 180º-145º= 35º, chegando à conclusão que lθ faz35º com o eixo y;
·     Desenhamos a hipérbole produzida pelo plano de rampa projetante, sim projetante, mas lateral, simplificando um pouco todo o processo: basta desenhar a projeção do cone no plano lateral e encontrar a interseção de geratrizes desse cone com o traço lateral de θ;
·        Achamos a perspetiva destas mesmas geratrizes e consequentemente a dos pontos de intersecção

·        Finalmente, passamos todo o cone truncado a traço forte.  

António Alves, 11ºH   

Construção de um tetraedro de faces não projetantes e respetiva sombra



Apresento um exercício nunca antes visto(*), fora de série(**), uma sombra de um tetraedro assente por uma das suas faces num plano oblíquo, em que nenhuma das faces e arestas estão em verdadeira grandeza, obrigando ao uso de processos geométricos auxiliares. Resumindo toda a matéria adquirida de Geometria Descritiva até às sombras, num único exercício.
É um ótimo exercício para por à prova todos os teus conhecimentos adquiridos em Geometria Descritiva.

Apresento aqui um «PowerPoint» que explica passo a passo como resolvi.


António Alves 11ºH


Nota do coordenador do blog: (*) e (**) são afirmações do autor do trabalho que, não deixando de ser audaciosas, ainda não foram... desmentidas! :)

Sólidos, sombras, secções

Trabalho realizado pelos alunos Miguel Alves e João Vieira, do 11ºE, que permite explorar em axonometria as três temáticas do título.

Pode ser descarregado aqui.

Sombras de figuras planas

Apresentação em «powerpoint» realizada pela aluna Nicole Sousa do 11ºH, onde são apresentadas as resoluções passo a passo de exercícios de sombras de figuras planas não paralelas aos planos de projeção.
Para ver, clique aqui.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Secções










Tendo em conta a definição de secção, corte no espaço de um elemento geométrico (neste caso os sólidos), elaboramos no nosso trabalho representações de possíveis secções feitas em Poliedros (Pirâmides e Cubos) como também em Cilindros. 







O objetivo do mesmo, é uma melhor vizualização do objeto em estudo no espaço, demostrando em três dimensões os cortes provenientes de todas a operações, através da utilização de planos projetantes (no caso dos cilindros) e não projetantes (no caso dos poliedros).






Arnaldo Soares e Ronaldo Fanfa, 11ºH

Experiências com sombras

A aluna Maria Teixeira, do 11ºH, apresentou à turma as suas experiências com sombras produzidas por sólidos truncados no triedro formado pelos planos de projeção, ao qual se adicionou um plano oblíquo interposto.




Secções


Apresentação em «powerpoint», acompanhada de maquetas, sobre diferentes abordagens metodológicas na resolução de um exercício de secções.





A apresentação pode ser vista aqui.

Trabalho realizado pelas alunas Cláudia Sousa, Daniela Jesus e Nicole Sousa, do 11ºH

Secções

As alunas Cátia Pacheco e Rita Medeiros do 11ºH, apresentaram à turma uma maqueta representativa de uma situação estudada em aula: a produção de uma secção feita por um plano projetante num cone.





No entanto, também houve espaço para surpresas...















Sombras




























Com vista à melhoria da nota da disciplina de Geometria Descritiva do 2.º Período, foi dada a possibilidade, por parte do docente da disciplina, de fazer um exercício prático.


Atendendo que o próximo item programático refere-se a SOMBRAS de sólidos, para uma maior compreensão desta matéria, decidiu-se elaborar uma maqueta elucidativa de duas situações luminosas distintas, uma com um foco de luz (a) definido e outra considerando a Direção Convencional da Luz (b).




Para o efeito, foram utilizados sobretudo cartão maquete – K-line e vidro.

As projeções frontais e horizontais foram impressas e coladas sobre o K-line, para um melhor entendimento do exercício em dupla projeção ortogonal.


O foco de luz utilizado foi proveniente de um telemóvel.


 A acompanhar a maqueta, foi elaborada uma apresentação em «powerpoint», que pode ser descarregada aqui.

Neuza Duarte e Sofia Sousa, 11ºG